Encerrado com chave de ouro o capítulo do Distrito Federal, os jovens querem levar para todos os cantos o debate em torno da corrupção do PT e aliados. “O Democratas deu um exemplo para todo país. Ao colocarmos o dedo na ferida, enfrentamos o pesadelo e dissemos não à corrupção. Vamos agora exigir que todos os atores da política no país façam o mesmo”, diz Efraim.
A volta do ex-ministro e conselheiro do presidente Lula, José Dirceu, ao jornais como mentor de novo escândalo financeiro, mostra mais uma vez que o “chefe do mensalão” continua agindo de forma espúria. Os Democratas vão adotar uma série de medidas, a começar com um embate nacional sobre ética e moralidade. Um dos palcos que será criado para essa discussão é a CPMI da Telebrás. Além disso, a Caravana da Transparência – em torno da ficção do Programa de Aceleração do Crescimento – será reeditada.
Segundo o líder Paulo Bornhausen, ao “expurgar” do partido os envolvidos no esquema de fraudes do governo de Brasília, os Democratas mostram à sociedade uma visão diferente da dos petistas quanto ao conceito de ética. “O PT botou tudo para baixo da mesa. E está ai o Dirceu na condição de líder da campanha da Dilma”, lembra o vice-líder do Partido na Câmara, Onyx Lorenzoni (RS).
O Democratas propõe a criação da CPMI da Telebrás que vai investigar as denúncias de que Dirceu teria sido favorecido na utilização da rede Eletronet no Plano Nacional de Banda Larga. “O episódio caracteriza o envolvimento da Dilma e do presidente Lula que – desde o início defendem – a volta da Telebrás. Vamos colher as assinaturas para a criação da CPMI, que deverá ser aberta em conjunto com o Senado”, disse Bornhausen.
Fonte – Site Nacional Juventude Democratas